textos
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quarta, 14 abril 2010 |
Uma das mais notáveis realizações de Vitor Ramil talvez seja o fato de ser possível relacionar, de modo conceitual, uma obra sua às demais. Vê-se agora, por exemplo, em seu mais recente registro em CD intitulado délibáb (e acompanhado da novidade de um DVD documental), a mobilização de questões conhecidas do público: a milonga vertida nas obras de Jorge Luis Borges e João da Cunha Vargas, o excerto do livro Satolep epigrafando o conjunto, a emblemática unidade visual do encarte que serve de roupagem às canções (preto e branco, cidade e campo, zainos e arranha-céus, binômios, enfim, de um Sul potenciado em sua mítica).
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quarta, 16 dezembro 2009 |
Wander Wildner fez show nesta terça-feira, 15, em Porto Alegre no Zelig Bar. Cantou, entoou e falou suas canções punk-bregas para um público pequeno. Entre uma e outra canção, convida Arthur de Faria e Jimi Joe para uma participação impagável e diz coisas, de um lugar da canção popular, que merecem destaque pelo improvável da cena: "yo hablo el español", "yo soy latinoamericano", "me gusta el Machu Picchu", entre outras.
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sexta, 23 outubro 2009 |
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Foi assim: eu subia a Augusta, poucos dias atrás em minha estada em São Paulo, para encontrar a tia, que me esperava às 21h30 no Center3 Shopping. Havia me atrasado em uns 10 minutos. A duas ou três quadras da av. Paulista, decidi cruzar para o outro lado da calçada, em diagonal, e vejo uma figura carismática e conhecida, que há mais de oito anos não via. Era justamente o Fabiano, colega das letras e de tantos cafés no Bar do Antonio do Campus do Vale, que descia com fones de ouvido, distraído. Hesitei em chamar, não tendo tanta certeza, e dado o escuro do trecho. Pelo sim e pelo não, chamei, mesmo correndo o risco do ridículo.
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