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et cetera
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Foi assim: eu subia a Augusta, poucos dias atrás em minha estada em São Paulo, para encontrar a tia, que me esperava às 21h30 no Center3 Shopping. Havia me atrasado em uns 10 minutos. A duas ou três quadras da av. Paulista, decidi cruzar para o outro lado da calçada, em diagonal, e vejo uma figura carismática e conhecida, que há mais de oito anos não via. Era justamente o Fabiano, colega das letras e de tantos cafés no Bar do Antonio do Campus do Vale, que descia com fones de ouvido, distraído. Hesitei em chamar, não tendo tanta certeza, e dado o escuro do trecho. Pelo sim e pelo não, chamei, mesmo correndo o risco do ridículo.
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